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EM CARTAZ
TERRA DE NINGUÉM

Espaço Cultural Pinho de Riga

Rua Conselheiro Ramalho, 599 – Bela Vista
Tel 96373-7090

17 de janeiro a 01 de março de 2013
Horários - quintas e sextas-feiras às 21h30

TERRA DE NINGUÉM

É um drama composto por três monólogos adaptados de três contos extraídos do livro “Um gato no escuro”, do escritor gaúcho Josué Guimarães. Ato único com 60 minutos de duração, aproximadamente. O primeiro monólogo, “Beijo na Boca”, é o relato da vingança de um menino que sofre provocações e agressões de um garoto maior e mais forte, vingança esta que tem conseqüência trágica e inesperada.O segundo, cujo título é “Mãos sujas de terra” é o depoimento e a confissão de um lavrador, ao delegado, onde expõe as razões pelas quais matou o dono de uma fazenda. O terceiro e último monólogo, que dá título ao espetáculo, “Terra de ninguém”, é a narração do que teria ocorrido durante uma guerra ou uma revolução, com um jovem soldado encontrado, por lavradores, morto numa plantação. A dramaturgia foi concebida em três monólogos curtos, adaptados, sendo interpretados por atores diferentes.

Espetáculo: Terra de Ninguém
Com: Cia. de Teatro Compacto
Texto: Josué Guimarães
Adaptação: Miguel Langone Jr.
Direção: Miguel Langone Jr.
Elenco: Teca Pinkovai (O Beijo na Boca), Antônio Natal (Mãos Sujas de Terra) e Miguel Langone Jr. (Terra de Ninguém).
Cenografia: Patrícia Passos
Trilha Sonora: Waldir Guerrieri
Figurinos: Patricia Passos
Iluminação: Pâmola Cidrack
Preparação de atores: Isadora de Faria
Preparação corporal: Mauricio Romeiro
Produção executiva: Cia de Teatro Compacto
Design gráfico: Teca Pinkovai
Fotos e Assessoria de Imprensa: Sonia Skroski




ARMADILHA PARA UM HOMEM SÓ

Depois de reportar à polícia o desaparecimento de sua esposa, com quem casou-se há 3 meses, Daniel Corban recebe a visita de um padre, que o informa ter encontrado a mulher, arrependida de ter deixado o marido. Quando a Sra. Corban entra no chalé, Daniel se surpreende ao ver que ela não é sua esposa, embora ela insista que sim.
Daniel parece estar enfrentando uma quadrilha que pretende enlouquecê-lo ou até matá-lo para conseguir o dinheiro de uma herança, razão suficiente para um esquema de mentiras e corrupção.
Quem está falando a verdade e até onde uma pessoa pode distorcer os fatos?

Texto de Robert Thomas
Tradução – Luiz de Lima
Adaptação – Miguel Langone Jr.
Direção - Miguel Langone Jr.
Elenco - Antonio Natal, Teca Pinkovai, Rodrigo Fabbro, Marco Faustino, Monalisa Vasconcelos e Miguel Langone Jr.
Duração -100 minutos
Censura - 12 anos
Gênero - Comédia Policial
Cenografia - Patrícia Passos
Figurinos - Maria Helena Bozzo e Emílio Bozzo
Iluminação - Pâmola Cidrack

Trilha Sonora e Operação de Som – Waldir Guerrieri
Contra-regra -
Johnny Menacci
Design gráfico – Carla Pinkovai
Fotos – Sônia Skroski
Assessoria de Imprensa – Sônia Skroski
Assessoria Contábil – Pedro Carlos Schitini

Personagens:
Marido - Comissário de Polícia - Padre - Mulher - Vagabundo - Enfermeira

Produção Executiva – Cia. de Teatro Compacto

 

EM ALTO MAR

O Espetáculo foi apresentado no período de 2007 a 2008 nos segiunmtes locais:
Unibero - Univ. Ibero-Americana
Café Concerto Uranus
Faculdades Montessori
Studio Teatro X
Centro Cultural São Paulo
Teatro Studio 184


Slawomir Mrozek é jornalista, escritor e dramaturgo polonês. Em suas peças constrói situações absurdas, confrontando estereótipos com personagens bem definidos.
Fino observador das contradições inerentes ao ser humano, é um dramaturgo que questiona a moralidade e os princípios ético comportamentais, ao mesmo tempo que revela e expõe as imperfeições ou falhas existentes nas normas sociais políticas e culturais vigentes.
“Para penetrar nesse território do absurdo, nesse paraíso do non sense, a direção optou por enfatizar o humor, sem perder de vista as características dos personagens e a crítica da condição humana contida no texto que o autor, lucidamente, nos apresenta.
A luta pela sobrevivência acentua as fragilidades morais dos protagonistas e vemos desenrolar-se um jogo de poder, onde a astúcia e a mesquinharia por parte do mais forte esmaga o mais fraco, em um retrato condensado da nossa sociedade atual, que dilacera e se alimenta dos que caem, na árdua e patética caminhada dos seres humanos por nosso planeta.

A balsa e seus náufragos assim personifica a humana condição, triste e medrosa, e a saída está em transcendê-la, na crucificação de um cristo libertador que poderá prolongá-la e purificá-la por meio de nobre sacrifício ditado por uma moral redentora.” - Isadora de Faria

Texto de Slawomir Mrozek
Tradução - Roberto Lage
Direção - Isadora de Faria
Elenco - Miguel Langone Jr., Antonio Foloni, Emílio Bozzo – Vitor Pires (substituido por Valter Bahia)
Peça em um ato - Duração - 1 hora em 1 ato
Censura - 12 anos
Gênero - Comédia política (Teatro do absurdo)
Cenografia e Figurinos - Camila Crosta
Trilha Sonora - Isadora de Faria
Design de Luz – Isadora de Faria e Vítor Pires
Operador de Luz e Som – Sônia Skroski
Assessoria de Imprensa - Sônia Skroski
Assessoria Contábil – Pedro Carlos Schitini

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Cia. de Teatro Compacto - São Paulo - Brasil